12/10/10

Dispositivos de armazenamento

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Os dispositivos de armazenamento permitem guardar dados de forma permanente ou semi-permanente. Estes dispositivos, de acordo com a tecnologia utilizada na leitura e escrita dos seus dados, podem ser classificados em magnéticos, semicondutores e ópticos.


Magnéticos



Discos Rígidos
Os discos rígidos, assim designados por serem constituídos por material metálico, utilizam a electromagnetização das partículas para a gravação e a leitura dos dados. Estes dispositivos permitem armazenar imensa quantidade de informação. Eles podem ser designados por internos ou externos. A vantagem dos discos externos é permitir transportá-los para outros computadores.



Bandas Magnéticas
As bandas magnéticas utilizam a electromagnetização das partículas de uma fita para gravação e leitura dos dados, realizados de forma sequencial. Elas continuam a ser o suporte mais económico de armazenamento de grandes quantidades de dados e consecutivamente mais indicadas para fazer cópias de segurança (backups) da informação existente no computador.



Semicondutores


Cartões de Memória
Os cartões de memória servem para armazenar dados como texto, fotos, vídeos e músicas. Estes são usados em diferentes tipos de hardware como as câmaras fotográficas digitais, telemóveis e leitores de MP3.



Pen drives
As pens servem para armazenar dados e ligam-se ao computador através de portas USB (Universal Serial Bus). Constituem um meio prático para transporte de dados entre computadores, não necessitando de instalação prévia de software.




Ópticos


CD
CD-R – Os CD-R têm a capacidade de gravar até 650MB ou 700MB. Só permitem gravar dados apenas uma vez. CD-R significa Compact Disk – Recordable.

CD-RW – Os CD-RW permitem a gravação e a regravação dos dados. Tal como os CD-R têm apenas a capacidade de gravação de 650MB ou 700MB. CD-RW significa Compact Disk – Rewritable.

Mini-CD – Estes discos têm menos 4 cm de diâmetro do que os CDs. Têm a capacidade de gravação de 180MB e com ambos os formatos, R ou RW.


DVD

DVD-R, +R – Permitem a gravação de dados apenas uma vez. Normalmente têm a capacidade de 4,7GB de memória. DVD-R significa Digital Versatile Disk – Recordable.

DVD-RW, +RW – Permitem a gravação e a regravação de dados e podem ser utilizados para fazer cópias de segurança de dados pessoais. A capacidade de memória é normalmente 4,7GB. DVD-RW, +RW significa Digital Versatile Disk – Rewritable.

DVD-RAM – Permitem a gravação e a regravação de dados de forma semelhante aos DVD-RW, mas mais rapidamente do que estes. Os primeiros discos têm a capacidade de 2,6GB. A versão 2 dos discos DVD-RAM tem a capacidade de 4,7GB. Eles estão protegidos por uma estrutura de plástico.

Mini-DVD – É o mais adaptado para o envio por correio de material multimédia relacionado com apresentações e vídeos. Têm aproximadamente o dobro a capacidade de um CD-ROM, sendo porém mais leve.



Fonte(s):
FONSECA, Dalila; PACHECO, Deolinda; MARQUES, Fernando; SOARES, Ricardo - Aplicações informáticas B, 11º ano, Porto Editora, 2006.
Imagens:

Dispositivos Mistos

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Os dispositivos de entrada e saída, ou mistos, permitem a comunicação em ambos os sentidos, do computador para o utilizador e vice-versa.

Exemplos de dispositivos mistos:


Placas de som
As placas de som são dispositivos que suportam áudio digital e MIDI, permitindo ampliar de forma notável a capacidade de um computador, capturar e reproduzir sons com qualidade. Estas possibilitam ligar ao computador vários dispositivos como o microfone, os altifalantes, a unidade de leitura do CD áudio e a aparelhagem hi-fi.





Dispositivos de ligação a redes
São dispositivos, como as placas de rede, modems e bluetooths, que permitem a ligação de um computador a uma rede de computadores.






Touch screens
Os touch screens são ecrãs que, para além de nos apresentarem informação, são sensíveis ao toque do dedo ou de outros dispositivos adequados, substituindo o rato. São de fácil utilização e resposta rápida, sendo usados em quiosques multimédia e postos de venda.






Placas de captura de TV
As placas de captura de TV são dispositivos que permitem fazer a sintonia do sinal TV e normalmente também do sinal rádio. Permitem, também, converter o sinal analógico recebido em sinal digital, de forma a este poder ser processado pelo computador. Dependendo da qualidade das placas e do software utilizado, podem permitir realizar operações como a visualização de vários canais no monitor em simultâneo, a gravação de programas e a captura de imagens.



Fonte(s):
FONSECA, Dalila; PACHECO, Deolinda; MARQUES, Fernando; SOARES, Ricardo - Aplicações informáticas B, 11º ano, Porto Editora, 2006.


Dispositivos de Saída

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Os dispositivos de saída são os responsáveis pela comunicação no sentido do computador para o utilizador. Ou seja, enviam a informação do computador para a pessoa que o está a utilizar.


Exemplos de dispositivos de saída:


Monitores
Os monitores são dispositivos que estabelecem o principal meio de comunicação entre o computador e o utilizador. A superfície do monitor sobre a qual se projecta a imagem é chamada tela ou ecrã. Estes apresentam diferentes características que os permitem distinguir, como as suas dimensões, resolução e frequência do varrimento.



Placas Gráficas
As placas gráficas são os dispositivos responsáveis pela interligação do monitor com o processador. É possível distinguir as placas gráficas entre si, de acordo com as suas características, tais como a quantidade de cores, a resolução e a capacidade de memória da placa. Normalmente possui memória própria.



Impressoras
As impressoras são dispositivos que possibilitam imprimir os resultados das operações de processamento do computador. Cada impressora tem um conjunto de características, associadas, que as distinguem umas das outras, como o número de páginas que imprime por minuto (ppm), a tecnologia de impressão e a resolução ou pontos por polegada (dpi). 





Projectores de Vídeo
Os projectores de vídeo são dispositivos que permitem projectar para telas as imagens vindas dos computadores e outros equipamentos multimédia com possibilidade de estabelecer ligação com eles. 





Altifalantes
Os altifalantes são ligados à placa de som do computador e permitem a reprodução de sons no formato analógico. Neste caso, a placa de som converte os sinais do formato digital para o formato analógico.






Auscultadores
Os auscultadores podem ser ligados ao computador e permitem a audição de sons de forma individual pelo utilizador. A finalidade é proporcionar uma audição privada, quando não se puder ouvir pelos altifalantes.





Fonte(s):
FONSECA, Dalila; PACHECO, Deolinda; MARQUES, Fernando; SOARES, Ricardo - Aplicações informáticas B, 11º ano, Porto Editora, 2006.
Imagens:

Dispositivos de Entrada

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Os dispositivos de entrada são os responsáveis para enviar a informação para o computador. O utilizador pode controlar ou mesmo interagir com a execução de aplicações multimédia.  


Exemplos de dispositivos de entrada:

Teclado
O teclado é utilizado pela pessoa para a entrada manual no sistema de dados e comandos para o computador. As teclas são ligadas a um chip dentro do teclado, que identifica a tecla pressionada e envia as informações para o PC. Há muitos tipos de teclados com muitas ou poucas funções e com teclas multimédia, possibilitando o acesso mais acessível às aplicações.



Rato
O rato é um dispositivo de entrada que historicamente se juntou ao teclado como auxiliar no processo de entrada de dados, especialmente em programas com interface gráfica. O rato possibilita deslocar um ponteiro no ecrã e realizar ordens para o computador. O rato disponibiliza, normalmente, quatro tipos de operações: o movimento, click, duplo click e drag and drop (arrastar e largar).  




Touchpads
Os touchpads são utilizados em computadores portáteis para substituir os ratos. Actualmente os touchpads têm quase as mesmas funções que os ratos normais.




Joysticks
Este dispositivo é usado essencialmente para jogos. A maioria dos joysticks são bidimensionais, tendo dois tipos de movimento que podem assumir uma vasta variedade de formas e funcionalidades. No entanto, podem ser usados para controlar uma aplicação informática.





Trackballs
Os trackballs são dispositivos que substituem os ratos e que permitem economizar espaço.






Scanner
O scanner serve para digitalizar desenhos, fotos e textos para o computador. O scanner pode ser de dois tipos: scanner de mão, o qual é parecido com um rato bem grande e que devemos passar por cima do desenho/texto a ser transferido para o computador ou o scanner de mesa, onde devemos colocar o papel e baixar a tampa para que o desenho seja então transferido para o computador. 



Câmaras digitais
As câmaras digitais, fotográficas ou de vídeo, são dispositivos que captam imagens do exterior, através de uma objectiva, à semelhança das câmaras tradicionais. 
Estas imagens podem ser visualizadas imediatamente no monitor da própria câmara, podendo ser apagadas caso o resultado não tenha sido satisfatório. Também podem ser transferidas para o computador, por um cabo ou cartão de memória. 



Microfones
Os microfones são dispositivos que quando ligados a uma placa de som de um computador, permitem capturar sons do meio ambiente. Os microfones têm vários modelos, o que dá uma larga margem de manobra a quem os quer adquirir.









Fonte(s):
FONSECA, Dalila; PACHECO, Deolinda; MARQUES, Fernando; SOARES, Ricardo - Aplicações informáticas B, 11º ano, Porto Editora, 2006.
Imagens:



Recursos Necessários

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Para o desenvolvimento e a execução de conteúdos e aplicações multimédia, existe um conjunto de recursos de hardwaresoftware e suportes de armazenamento de informação que podem contribuir, de acordo com as suas características e capacidades, para um acréscimo da sua qualidade.


Dispositivos de entrada

Dispositivos de saída

Dispositivos mistos

Dispositivos de armazenamento



Fonte(s):
FONSECA, Dalila; PACHECO, Deolinda; MARQUES, Fernando; SOARES, Ricardo - Aplicações informáticas B, 11º ano, Porto Editora, 2006.

Tecnologias Multimédia

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Representação Analógica



Representação Digital

    Um sinal Digital é um sinal com valores discretos, ou seja descontínuos, no tempo e amplitude. Isso significa que um sinal digital só é definido para determinados instantes de tempo, e o conjunto de valores que podem assumir é finito.



Amostragem

A amostragem é o método que permite a retenção de um conjunto finito de valores discretos dos sinais analógicos. Como um sinal analógico é contínuo no tempo e em amplitude, contem um número infinito de valores, dificultando o seu processamento pelo computador. Assim, há necessidade de inicialmente amostrar o sinal analógico.


Quantização

Depois de amostrado o sinal analógico, sob forma de amostras ou impulsos PAM, é preciso quantizar  ou quantificar a imensidade de valores que a amplitude do sinal apresenta. O circuito electrónico que efectua esta conversão denomina‑se por conversor analógico-digital.


Codificação

Os valores das amplitudes dos impulsos PAM, depois de quantizados, precisam de ser codificados para poderem ser apresentados por uma sequência de bits com valor 0 ou 1. Uma das formas de codificar o sinal é através da modulação PCM, utilizando um impulso de amplitude fixa, duração constante e valores lógicos 0 ou 1.





Fonte(s):

FONSECA, Dalila; PACHECO, Deolinda; MARQUES, Fernando; SOARES, Ricardo - Aplicações informáticas B, 11º ano, Porto Editora, 2006.

11/10/10

Tipos de produtos multimédia

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Baseados em páginas
Os tipos de produtos multimédia baseados em páginas são desenvolvidos segundo um sistema organizacional do tipo espacial. Esta é uma organização idêntica à utilizada nos media tradicionais em suporte de papel como revistas, livros e jornais. Um produto multimédia consiste num programa para produzir conteúdos (informação) multimédia.
Em alguns produtos multimédia, os utilizadores podem consultar as suas páginas utilizando as hiperligações existentes entre elas. Neste tipo de produtos, as componentes interactiva e temporal podem estar presentes através da utilização de botões, ícones e scripts. Os scripts vão permitir a criação de pequenos programas para a execução de acções em determinadas situações como, por exemplo, a visualização de um vídeo ao fim de um determinado intervalo de tempo ou após ter sido pressionado.

Baseados no tempo
Os tipos de produtos baseados no tempo são desenvolvidos segundo uma estrutura organizacional assente no tempo. Este é uma organização com uma lógica semelhante á usada na criação de um filme ou animação.
Durante o desenvolvimento deste tipo de produtos multimédia os conteúdos podem ser sincronizados, permitindo, desta forma, definir o instante em que dois ou mais deles estão perceptíveis.
A interactividade neste tipo de produtos e acrescentada através da utilização de scripts.
A componente da organização espacial é também, neste caso, utilizada durante a fase de desenvolvimento deste tipo de produtos.
Em ambos os tipos de produtos multimédia (baseados em páginas ou no tempo) as componentes espaço e tempo coexistem, distinguindo-se na estrutura organizacional utilizada como ponto de partida para a colocação de conteúdos.


Fonte(s):
http://pt.wikipedia.org/wiki/Multim%C3%A9dia
FONSECA, Dalila; PACHECO, Deolinda; MARQUES, Fernando; SOARES, Ricardo - Aplicações informáticas B, 11º ano, Porto Editora, 2006.

Linearidade e não-linearidade

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A linearidade é a transição de conteúdos de multimédia através de acções pré-programadas. Por outro lado, a não-linearidade é passagem de conteúdos de multimédia em que o utilizador interage com o desenrolar da acção.


Linearidade
Um telespectador de um programa de televisão emitido por um canal tradicional apenas pode alterar o volume, o contraste, a cor e o brilho. O desenrolar da acção classifica-se como linear porque o telespectador não a pode alterar. Por exemplo, não pode alterar a ordem da programação ou a perspectiva dada por uma determinada câmara de filmar.
Vantagens: A linearidade é muito mais objectiva, dando ao utilizador apenas o que ele precisa. Desta forma o utilizador recebe a informação desejada de uma forma mais rápida, não perdendo tempo com periféricos.
Desvantagens: A linearidade torna-se muito mais monótona para o utilizador do que a não-linearidade. Pode também ser mais difícil para o utilizador aprender a utilizar a linearidade pois não tendo interacção com a máquina não lhe é tão fácil aprender, estando limitado a assistir.


Não-Linearidade
Por outro lado, o utilizador de um CD, ao seleccionar as informações que pretende consultar de acordo com os seus objectivos, está a interagir com o desenrolar da acção. Neste caso, esta classifica-se como não-linear.
Vantagens: A não-linearidade torna a aprendizagem mais fácil para o utilizador, pois ele interage com o computador.
Desvantagens: Pode ser mais confuso para o utilizador interagir num ambiente não-linear, podendo “perder-se” no sistema, devido a ser ele que escolhe um de vários caminhos que tem à sua disposição.


Fonte(s):
http://divulgacaodeconteudos.blogspot.com/2006/11/modos-de-divulgao-dos-contedos_15.html
FONSECA, Dalila; PACHECO, Deolinda; MARQUES, Fernando; SOARES, Ricardo - Aplicações informáticas B, 11º ano, Porto Editora, 2006.

Modos de divulgação de conteúdos de multimédia

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De acordo com o modo de divulgação os conteúdos multimédia podem-se classificar em online e offline.


Online
A divulgação online significa a disponibilidade de uso imediato dos conteúdos multimédia. Esta pode ser efectuada através da utilização de uma rede informática local ou de um conjunto de redes, tal como a World Wide Web.
Também a divulgação de conteúdos multimédia cujos dados estão armazenados em disco, pode ser considerada uma divulgação online.
Vantagens: Através da divulgação de conteúdos multimédia online a principal vantagem com que nos deparamos é a possibilidade de ser acessível a uma maior variedade de pessoas, pois basta à pessoa aceder a rede para ter ao seu dispor vários conteúdos multimédia.
Desvantagens: Normalmente os conteúdos multimédia são ficheiros muito “pesados” contendo centenas de MB. Isto dificulta ao utilizador ter acesso a eles via online, pois é mais difícil e demora mais tempo aceder a esses mesmos conteúdos multimédia.

Offline
A divulgação offline de conteúdos multimédia é efectuada através da utilização de dispositivos de armazenamento. Neste caso, os dispositivos de armazenamento mais utilizados na divulgação de conteúdos multimédia são do tipo óptico, CD e DVD.
Vantagens: Para o utilizador é mais fácil ter acesso aos dispositivos que façam a divulgação dos conteúdos multimédia como os CDs e os DVDs e é também mais fácil de os utilizar desta forma visto que os CDs e DVDs têm uma maior capacidade de armazenamento sendo assim capazes de armazenar os conteúdos multimédia.
Desvantagens: A desvantagem neste tipo de divulgação de conteúdos é que o utilizador tem de transportar os dispositivos com ele o que os torna menos acessível. Enquanto que pela via online apenas tem de aceder à rede.


Fonte(s):
http://divulgacaodeconteudos.blogspot.com/2006/11/modos-de-divulgao-dos-contedos_15.html
FONSECA, Dalila; PACHECO, Deolinda; MARQUES, Fernando; SOARES, Ricardo - Aplicações informáticas B, 11º ano, Porto Editora, 2006.

Imagens:
http://findicons.com/

01/10/10

Tipos de Media

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Os textos, os gráficos, as imagens, os vídeos, as animações e o áudio são tipos de media que servem de suporte para a criação de sistemas e aplicações multimédia. Estes podem ser classificados através de várias propriedades.

Quanto à sua natureza espácio-temporal

Estáticos
Os tipos de media estáticos, também conhecidos como discretos ou espaciais reúnem elementos de informação dependentes do tempo alterando apenas a sua dimensão no espaço, tais como, os textos e gráficos.
 Imagem
As imagens e os gráficos estão para as aplicações multimédia como as fotografias estão para as revistas e jornais. As imagens e gráficas podem ser consideradas de tipo bitmap e do tipo vectorial quando são usadas em aplicações multimédia.





Texto
O texto constitui a forma mais utilizada de divulgar informação em diversos meios e formatos. No que diz respeito ao texto digital, podem adoptar-se diversos formatos, como Plain Text (texto simples criado pelos editores de texto, e que não possibilita fontes ou estilos diferentes, apenas permite a escrita dos caracteres. Ex.: Bloco de Notas), Rich Text (texto rico criado por processadores de texto, que oferece diferentes fontes, cores, estilos, etc. Ex.: WordPad) e Hyper Text (texto com ligações       a outros documentos. Ex.:Word).

Dinâmicos
Os tipos de media dinâmicos contínuos ou temporais agrupam elementos de informação dependentes do tempo, tais como, por exemplo, áudio, vídeo e animação. 

Áudio
O áudio é um tipo de media que difere na sua natureza de todos os tipos de media que foram considerados até agora, já que é o único que estimula o sentido da audição, ao passo que todos os outros tiram partido do sentido da visão. Os dois tipos de áudio mais utilizados nas aplicações multimédia são as sequências musicais e a fala, ou a voz humana.




Vídeo
O vídeo é uma representação electrónica de uma sequência de imagens. As imagens que constituem a sequência de vídeo designam-se por fotogramas (Frames). O intervalo de tempo que decorre entre a apresentação de dois frames sucessivos é constante. Por consequência, o número de frames que são apresentadas por segundo, ou frame rate, não varia. Se um segundo tem 30 frames, outro não pode ter 20, tem de ter 30.


Animação
A animação corresponde a um movimento sequencial de um conjunto de gráficos, no formato digital, que vão sofrendo alterações ao longo do tempo. Actualmente a animação é maioritariamente produzida no computador através de software específico.




Quanto à sua origem

Capturados
Os tipos de media capturados são aqueles que resultam de uma recolha exterior para o computador, através de hardware específico como câmaras, microfones e software específico.

Sintetizados
Os tipos de media sintetizados são aqueles que são produzidos pelo próprio computador através de hardware e software específico.

Fonte(s):
http://multimediajoanaesandrina.blogspot.com/2010/01/tipos-de-media.html, http://tiposdemedia.blogspot.com/
FONSECA, Dalila; PACHECO, Deolinda; MARQUES, Fernando; SOARES, Ricardo - Aplicações informáticas B, 11º ano, Porto Editora, 2006.
Imagem:
http://www.iconfinder.com/

 

Edição de Design: João Alves